Nesta terça-feira (27) foi ao ar os dois primeiros episódios do podcast “2 Lads” de Daniel Sharman e Leggy Langdon. Confira a tradução completa do episódio “AMOR” e escute a conversa entre esses dois caras:

Daniel: Olá. Bem-vindo ao “The 2 Lads Podcast” de Daniel Sharman e “Leggy” Langdon nova intervenção no estilo de vida “2 Lads”. The 2 Lads Podcast é um lugar para você vir e ouvir assuntos sobre os quais possa não ter ouvido homens falar de forma tão aberta e íntima antes. É sem enrolação: [o podcast] é direto ao ponto, é bruto, e é honesto. Essa é uma conversa que acreditamos que deveríamos começar. Nós somos dois homens nesse mundo tentando encontrar nosso caminho. Tentando entender porque somos do jeito que somos. E como podemos nós aceitar a si mesmo e a nós amar. Nós falamos de tópicos como amor, sexo, términos, assuntos psicodélicos. Vivemos em um mundo onde estamos em constantes mudanças, faça uma pausa de 30 minutos e venha escutar o 2 LADS, uma conversa profunda e vulnerável vai acontecer.

Leggy: Toda essa coisa toda sobre o amor e o fato que todos somos humanos, certo? Então todos estamos aqui, nessa consciência de tentar fazer que isso tudo faça algum sentido. De algum modo eu estou tentando amar a todos.

Daniel: Os vários estágios que esperamos que o amor seja. Você cresce você pensa que alguém vai chegar e me completar, e o próximo estágio é você ficar desapontado porque ninguém te completa e descontar neles ou em você mesmo. O próximo estagio é perceber que é apenas você ao seu comando e o próximo estagio é perceber que você é essa fábrica de amor.

Leggy: Há algo naquela pessoa que significa tudo isso pelo qual estamos fazendo, algo que significa para você e que te atrai, porque o que você vê nela é familiar.

Daniel: O que você além da forma romântica ama? O que você ama? Você? Eu?

Daniel e Leggy: Eu?

Leggy: O seu charme.

Leggy: Oi eu sou Christian Leggy Langdon.

Daniel: Olá a todos, eu me chamo Daniel Sharman, e esse é o Podcast “2 Lads”.

Leggy: O episódio de hoje é sobre o tópico, “Amor”, Daniel e eu discutiremos as grandes e perigosas expectativas do amor filmadas nos grandes filmes de Hollywood e pela mídia.

Discutimos codedepência e como isso realmente é em situações no mundo real. Discutimos medo ao redor de deixar um amante entrar depois da fortaleza do amor próprio construída e difícil desafio de tentar encontrar o equilíbrio certo entre paixão, atração e compatibilidade.

Fique ligado para essa conversa sobre amor.

Daniel: É com isso que quero começar, disse que para mim a ideia de amor vindo de filmes românticos que eu vi recentemente, como é difícil de aceitar isso. E também como não são realista e essa é a coisa que está sendo bombeada para o mundo e agora as pessoas estão esperando que isso seja a única maneira de receber ou dar amor.

Leggy: Eu sinto que isso, quer dizer isso é coisa da Disney, essa ideia de felizes para sempre, certo? A mensagem do único.

Daniel: A mensagem que existe o único e essa ideia de você me completa. O que eu acho que é bem perigoso.

É uma estrada bem perigosa e bem popular.

Leggy: – É o que especialmente a sociedade, principalmente a sociedade oeste está alimentando essa mensagem. De que você se sente melhor quando alguém está com você. Minha ideia disso tudo é, pelo o que eu consigo ver, de tipo “Oh eu nunca poderia imaginar como seria se eu vivesse sozinho.” Mas, a luta com… Sobre o que já falamos antes, a qual é quando você der amor a si mesmo, na ilha de amor, para não ficar confundindo sua tentação… Quanto você precisa de uma pessoa? Eu posso dizer que nunca vivi essa experiência ate agora, essa experiência de que quando alguém chega para uma audição, qual é a sua visão?

Daniel: Parece para mim que existem estágio disso. Você cresce você pensa que alguém vai chegar e me completar, e o próximo estágio é você ficar desapontado porque ninguém te completa e descontar neles ou em você mesmo. O próximo estágio é perceber que é apenas você ao seu comando e o próximo estágio é perceber que você é essa fábrica de amor. Eu escutei uma vez no palco, durante uma audição como você disse, que você tem a capacidade de ser você mesmo, mas na audição eu não senti que era eu mesmo, não tivemos uma conexão genuína entre nós dois. Parecia ser estágios óbvios. E eu sinto que o mundo como sociedade, meio que olhava primeiro para nós dois.

Leggy: Você já esteve apaixonado?

Daniel: Eu sei que eu já senti essa co-dependência. E sim, eu senti o amor, é difícil para mim distinguir isso da necessidade, porque de alguma forma eu sinto que eu estou passando por um dos processos daqueles estágios.

Leggy: O que é para você o Amor? Se você não me tivesse… O que eu queria perguntar é o que é amor para você? O que você que é isso?

Daniel: Eu acho que é confiança profunda. Eu quero dizer sem soar muito …

Leggy: Confiante?

Daniel: Sim ter confiança.

Leggy: Sim, eu… Tipo, minha coisa agora é amar sem criar expectativas. Como se o amor fosse um caminho, então, se eu amo alguém eu o amo sem nenhuma expectativa de ser amado de volta, e quando isso acontece você tem que ser responsável por… Se você amar alguém, isso significa que ele se sentira seguro, ou algo assim, e ter a possibilidade de criar limites, e não atravessar a linha desta pessoa, e ainda assim o amor. Eu provavelmente diria que amor incondicional, mas ao mesmo tempo eu meio que estou trabalhando nisso e o amor verdadeiro apenas flui o tempo todo.

Daniel: Você viveu uma experiência de ter um amor incondicional? Ou você acha que isso é possível?

Leggy: Eu acho que isso está em você, sabe o que estou dizendo, eu acho que meu trabalho está se aproximando cada vez mais do amor incondicional por mim mesmo.

Daniel: Tem uma coisa muito comum em vários círculos de autoajuda, aquilo de: “você não consegue amar alguém se não amar a si mesmo.”

Leggy: Certo.

Daniel: O que isso significa para você?

Leggy: Sim, então isso é para mim essa sempre foi uma pergunta estranha. Isso é claro para mim agora, mas, antigamente eu pensava “O que isso significa? Essa coisa toda de se amar significa?” Parece que aprendi com o crescimento. Mas, eu aprendi que isso através de práticas idiotas, essencialmente não idiotas mas coisas simples que eu faria por outra pessoa, então eu faria por mim mesmo. Tipo, por primeiro, fazer o meu próprio jantar ou sair para jantar sozinho, fazer alguma massagem. Colocar a si mesmo em um lugar seguro, se eu estou me sentido em perigo, foi isso o que eu fiz por mim. Fazer isso por mim ou me tirar fora daquela situação quando estou sentindo que não estou seguro. Existem formas praticas de se mostrar como nos amar. E com essa pergunta vem a outra coisa, tipo, eu estou fazendo isso e eu consigo me sentir seguro nesse momento e eu não ligo para o que você pensa. É muito brutal.

Daniel: E sozinho.

Leggy: Muito solitário. Essa solidão, acho que é aí que eu estou no momento, como você permite que as pessoas entrem na fortaleza do amor próprio ou não permite que elas entrem, como você adiciona naquilo que você tem para si mesmo, certo e não fica como um sociopata, que não tem sentimento, você só está aqui, mas realmente não importa se você está aqui ou não, porque eu já estou decidido, você entende o que eu quero dizer?

Daniel: Eu acho, que mais do que essa confiança, nós deveríamos voltar a falar sobre a confiança. Acho que considero o amor-próprio agora, tipo, se você puder acordar às três da manhã sozinho e estiver bem, quando seu cérebro pode fazer a merda mais louca para você mesmo, e se você puder sentar lá e relaxar, ” Estou bem. Estou no controle deste barco.” Então, confiar em alguém que quer entrar e que tem o seu próprio barco sólido. Acho que isso leva tempo, eu não acho que muitas pessoas não aceitam isso. Por mais que você tenha passado por vários relacionamentos co-dependentes ou vivendo nesse loop de tentar obter algo a mais, uma pessoa a mais. E eu acho que esse é a maior base dos relacionamentos.

Leggy: Eu acho que o medo pode levar as pessoas a relacionamentos. O medo de ser sozinho ou de se sentir sozinho, e você pensa tipo, “sabe o que?! Isso é aceitável.”, fazer isso me faz sentir bem e como meio que me conforta, me sinto bem, mas o custo disso tudo pode ser alto. Quero dizer com minha experiência. Nessa sociedade, fazer isso, ter uma companheira de longa data, ser casado, e todas essas coisas em nome do amor é estar olhando para cima. É fácil viver em sociedade se você tem acesso a tudo isso.

Daniel: Promovido? E eu acho que o vício do amor é ser promovido como ter uma ferramenta de… Se você sente isso, essas borboletas, tudo está dando certo, tudo é incrivelmente apaixonante nos primeiros três meses e todas essas coisas, isso não significa amor.

Leggy: Sim, a verdade sobre isso é a atração versos a compatibilidade, duas coisas diferentes.

Daniel: Geralmente…

Leggy: Acontecem de forma diferente. Isso na verdade é foda.

Daniel: É difícil, porque o que eu quero dizer é, quando isso é promovido, o que na verdade isso é promovido nos filmes, nos filmes românticos é o inicio de um termino da atração.

Leggy: Sim, eles não se importam…

Daniel: Eu sempre quis assistir os filmes do final aonde eles aparecem no aeroporto, certo? E aí meses depois eles absolutamente se odeiam. E eu acho que isso é importante, é a parte importante da história, porque esse é…

Leggy: O ponto do filme todo.

Daniel: Sim, porque eles odeiam lavar a roupa, e essas merdas todas.

Leggy: Quê?

Daniel: Desculpe…

Leggy: Isso me pareceu certo…

Daniel: Eu acho que podemos ver que é isso que não funciona. Eu não sei como os novos modelos [de filmes] funcionam, porque os novos filmes me parecem ser muito chatos, eles não mostram realmente o ponto que eu preciso para ter alguém que me veja de verdade.

Leggy: Eu acho que o ouro pra mim é tipo, nessa jornada da recuperação, eu tenho esperança de quanto mais você se recupera, você realinhe o seu comportamento pelo qual você se sente atraído, quero dizer, essa é a minha esperança. É tipo, acabar com atração por pessoas loucas, e a ideia de não cair mais nessas coisas, isso é triste para mim.

Daniel: É realmente depressivo.

Leggy: Eu apenas acho que isso acontece para nós reequilibrar nos mesmos. A teoria é que quando estamos reequilibrados, nos fazemos analises dentro do nosso trabalho, nos entendemos porque somos quem somos, se você se curar e se aceitar, aceitar todas as partes bobas do seu interior, isso vai fazer você rever a questão do que é atrativo para você. Você é atraído pelas coisas que você precisa na sua vida, para aprender lições.

Daniel: Também quanto a atração, isso é importante dizer, descobrir se você esta atraído, no nível em que você se encontra, não tem o porque de culpar a outra pessoa em questões mentais. As questões mentais, é por isso que você está lá, você queria estar naquele relacionamento, você se encontra na mesma situação, mas talvez não a mesma mentalidade, mas na mesma situação de traumas, e de como poderia ser…

Leggy: De como poderia ser… Exatamente.

Daniel: Você quer ser aceito.

Leggy: Você quer se sentir atraído a isso.

Daniel: E talvez você não precise disso.

Leggy: Tem algo naquela pessoa que mentalmente, ou de outra forma, tem algo em você naquela pessoa que te atrai também porque você vê essa familiaridade. Essa é a coisa toda, as familiaridades dos distúrbios, que todos nós estamos ligados, por suas origens familiares, por sua cidade, no seu subconsciente, na forma como você cresceu, coisas que definem como você é. E te mandam para tais missões, eu estava falando sobre isso com um amigo esses dias, como o porque de você se sentir atraído. Para mim é o oposto da minha mãe. Eu me sinto sexualmente atraído…

Daniel: Eu não sei. Isso está prestes a pegar um termo.

Leggy: Sim, mas também existem esses aspectos de mãe, que você está atraído pelo o que sua mãe te mostrou. E aí tem a Madonna Hall, sabe…

Daniel: Eu estava lendo uma coisa ontem que diz que você está atraído pela qualidade que você adquire de algum dos seus pais. As coisas que você não consegue desapegar que eles estão mostrando, essa é a coisa que você está atraído. Sabe?

Minha mãe é o tipo uma pessoa emocionalmente muito próxima e isso para mim é algo para se sentir atraído. Ter uma pessoa que é assim também, que torna tudo emocional. E isso me fez enxergar que eu sou muito dependente. Eu não me sinto atraído por pessoas que não estão disponíveis emocionalmente, que não estão dispostas a me encontrar. Eu não fico fixado nessas coisas de lembranças do passado que me fazem sentir sortudo.

Leggy: Porque não é familiar. Você reconhece.

Daniel: Sim, não parece real.

Leggy: Eu estou mais para…em um trem de amor avassalador eventualmente, desesperado pela aprovação toda vez. Desesperado para ser levado a sério, ser ouvido, todas essas coisas…então quando eu estava com uma mulher, elas validam partes de mim, se sou fisicamente atraente, se sou legal ou talentoso e às vezes preciso que isso faça parte de uma relação, mesmo que seja uma celebração física. Porque eu sou fisicamente atraído ou algo assim… Isso é bom o suficiente. Isso era bom o suficiente para mim, “Oh você sente isso por mim?”, especialmente quando me levam a serio, quando eu sou visto, porque eu nunca me sentia sendo visto. Quando eu era criança…

Daniel: Se sente aceito em uma versão disso…

Leggy: Sim, se eu tivesse sendo levado a sério, por uma mulher é muito importante para mim…porque eu sou o mais novo de 3 irmãos e eu sou sempre visto como o bebe. Sempre sendo visto como uma sendo, tendo que dar um grito para ser levado a sério. Para ser perguntado, “O que eu acho?”, “Qual a minha opinião disso?”.  Mas isso nunca aconteceu, sempre foi: “Ah sim, isso não conta”, e eu estou sempre lá “Argh”. Sabe?!

Então no mundo eu estou tipo, “Eu vou ser o líder, sempre”. Se eu não posso ser um líder em casa, eu posso ser um líder em qualquer lugar, exceto em casa. Enquanto eu não convido pessoas para a minha casa… É besteira, basicamente.

Daniel: O custo disso é encontrar pessoas que tem um pouco de amor em termos de que elas querem te ver ou fingem te ver.

Leggy: Ou na verdade eu apenas iria pedir em pensamento para eu conseguir me contar ou me tornar a pessoa que irá me aceitar.

Daniel: E eu acho isso muito comum para referir às pessoas que podem ser camaleões, eles não sabem o preço disso.

Leggy: Sim!

Daniel: Eu sinto que sei um pouco o preço disso, eu sei interpretar, sei fazer coisas. Para mim talvez seja cuidar disso. Porque eu não me sinto assim de nenhuma forma.

Leggy: Você sentiu que não podia cuidar?

Daniel: Não eu não senti como… se não houvesse ninguém que realmente estivesse checando, então, porque eu era muito tipo…

Leggy: Então isso não é um adicional?

Daniel: Não, minha mãe… então você está acompanhando? Isso é interessante porque só mostra dois caminhos diferentes da floresta.

A minha tem sido de agir emocionalmente, faz a gente se sentir ganancioso, desesperado para mim.

Leggy: Certo.

Daniel: Eu assisti sua visão disso e não senti que é desesperador. Apenas é: Apenas olhe para isso.

Mas eu acho que é importante você saber qual deles você é. E para concluir, isso ajuda na mesma coisa, que é voltar para si mesmo.

Leggy: Sim e também é sobre você vir com esses caminhos loucos para administrar esses distúrbios… eu gostaria de estar em uma relação onde a mulher está sendo mãe, é como sentir um sentimento de amor seguro, mas também se relacionada para o lado do sexo, com outras pessoas.

Daniel: Porque você não pode.

Leggy: Não podia trazer os dois junto porque era apenas uma mãe isso não invoca uma figura sexual desejada, e amante, separadamente…

Daniel: Então não toma conta de você, da sua necessidade emocional.

Leggy: Então Eu tive dúvida sobre os dois, às vezes estou namorando uma amante e aí vem o caos, mas é muito apaixonante. Ou às vezes eu estou seguro com está mãe, mas sem nenhum sexo, mas não há paixão. Essa é a história da minha experiência com relacionamentos. E desde o começo, uma com a outra, basicamente. Então eu estou esperando que seja uma aprendizagem já que eu estou sozinho a alguns anos. Esta tem sido a primeira vez que eu estou solteiro, desde os 16. Eu nunca fiquei solteiro por 2 anos.

Daniel: Eu acho que é interessante porque você descreveu um período do tempo em que eu e conheci alguém, o processo… a barreira é muito alta no momento, para você e para mim, mas acho que leva tempo.

Eu sou tão impaciente que eu quero ter algo rápido, eu quero sentir algo por alguém rápido e para você conseguir a confiança isso requer um longo período de tempo, você tem que ver até aonde essa pessoa pode aceitar…o que elas podem enxergar.

Leggy: É como colecionar vídeo no mar em um barco que está indo embora. Devagar e ter uma experiência com alguma pessoa, como você interage, e o que você diria sobre todas essas coisas, o que você diz e como eles respondem, é sobre essas coisas todas.

Daniel: O que além de romanticamente falando, você ama?

Leggy: Você. Seu charme.

Daniel: Eu sabia disso.

Leggy: Desculpe caras.

Daniel: Isso é quase um relacionamento.

Leggy: O que eu amo sobre essa coisa toda de amor é o fato de que todos nós somos humanos, certo?! E estamos todos aqui. Então todos estamos aqui, nessa consciência de tentar fazer que isso tudo faça algum sentido. De algum modo eu estou tentando amar a todos. O que eu quero dizer com isso… quero dizer, além de ser aceito, amor é sobre aceitações sobre o que você é e ir nessa jornada.

Uma jornada que cura, e não sei se requer fazer algo como dar rosas para as pessoas, e essas merdas, e todos esses gestos. Não sei se é uma coisa interna.

Estou atribuído ao momento em que eu estou lutando para persuadir propósitos.

Eu sempre acho meu lado de coordenar o lado do meu comportamento ou algo assim. Ou fora da linha, como estamos vivendo em sociedade. Eu não acredito na conta de habilidades para fazer atrocidades, para ligar a alguém.

Mas eu também ao mesmo tempo quando eu escuto que algo ruim está acontecendo ou que alguém fez algo e uma pessoa está envolvida fazendo isso. Eu estou sempre fico imaginando, “em que condições eram?” na vida deles, para fazerem isso. Eu acredito, eu quero dizer que tenho quase 100% de propósito nessa jornada, mas, são os resultados de nossas condições ou de nossas condições mentais na qual nos crescemos. Isso faz o que somos, faz fazer o que nós fazemos. É por isso que quando alguém diz “Maçã” alguém entra no quarto gritando, sabe? Tanto faz, isso é sobre aprendizagem.

Daniel: Alguém já viu você fazendo isso?

Leggy: Não Eu só usei como exemplo. Isso não é verdade.

Mas eu não estou satisfeito com isso porque eu também acredito que tenho que dar várias verdades para o universo e por que não usamos de exemplo… um avião voa no céu, isso é a verdade em operação. Significa que a ciência essas coisas da ciência são verdade, até que não são.

Daniel: Perda.

Leggy: Sim, perda do universo, algo assim.

Quando matemática e ciência estão trabalhando juntos, o avião voa e quando não é verdade o avião cai e ele não voa, muito simples, não que seja provado ou nada, mas eu só vejo como isso.

Quando as pessoas estão trabalhando, há cura para as perdas do universo e no fluxo. Então, o núcleo dessas verdades sobre quem nós somos do planeta, é uma base de linha das coisas e eu acredito em tudo isso como verdade e não é tudo feito, não é relativo.

Eu não vejo isso, esses relativismos. Eu não gosto do relativismo.

Daniel: É tipo como se fosse tudo perdas que deram a possibilidade de viver o amor que existe.

Leggy: Sim Eu sei meio que por biologia, por exemplo, essa verdade em biologia, se você vai operar em um corpo, você tem que saber o trabalho que está fazendo no corpo e se ele não é uma verdade então o que é. Como você sabe que tem que operar? Entende o que eu quero dizer?

Daniel: Sim, eu quero dizer o que faz de você marcar um ponto nisso?

Leggy: Eu só estou tentando explicar sobre a verdade

Daniel: Sim, sim você está oferecendo a verdade fundamental, mas existem verdades morais. Existe o certo e o errado.

Leggy: É um truque.

Daniel: Porque estávamos procurando na filosofia sobre métodos morais e eu estou interessado.

Leggy: Esse é um truque mesmo porque pra mim é mais como se você não segue a linha eu não me importo com o que você faz.

Daniel: Ok, eu vou pegar isso… o exemplo que você usou é tem um problema com essa pessoa que está em um barco, tem 10 pessoas naquele barco e eles precisam sobreviver sem comida e um deles está doente e eles o matam. Por outro lado, todo o resto acabou morrendo.

Leggy: A história sobre o avião não é bem essa, mas ok, sim.

Daniel: Mas você sabe que é no mesmo sentido. Para fazer o certo!

Leggy: É sobre o normal.

Daniel: Mas isso infringe em alguma pessoa. É errado? Entrando na filosofia…

Leggy: Isso não era sobre o amor?

Daniel: Alguém que ama o amor disse isso. Alguém disse.

Leggy: Você sabe, mas se fosse uma decisão em grupo, ele estaria… tipo…

Daniel: Qual dos dois ficaria mais envolvido.

Leggy: Bem no final eu quero dizer ele foi ejetado.

Daniel: Ok, eu acho que devido ao caso ele foi ejetado.

Leggy: Na minha visão disso tudo existe uma mulher gravida de 9 meses.

Daniel: Ai meu Deus!

Leggy: Existe uma mulher gravida de 9 meses.

Daniel: Você está levando isso a outro nível. Eu preciso de outra xícara de chá?

Leggy: Não, não, tem um homem então…

Daniel: Deus!

Leggy: Com uma mulher grávida de 9 meses, certo?

Daniel: Deus isso parece ser incrível, que sorte ele tem.

Leggy: Sim, e os dois estão afundando no barco.

Daniel: Jesus!

Leggy: E se eles estão afundando, e eles não vão pensar que você jogaria uma pessoa ao mar.

Daniel: Você o jogaria.

Leggy: Você faria isso? Porque se todas as mulheres dessem à luz a mulheres? Esse seria o fim do mundo.

Daniel: Mas existem mais pessoas. Há mais pessoas lá.

Leggy: Sim. É um truque porque, me desculpe, mas pelo Caviar, não existiria mais ninguém no mundo, exceto por…

Daniel: Essa é minha ideia. Eu amo essas coisas de, “A propósito, haviam humanos lá.”

Leggy: E eles estavam com muita fome.

….

Daniel: Obrigado por escutar este episódio de The 2 Lads Podcast. Essa conversa é contínua e envolve todos nós juntos, então adoraríamos ouvir de você. Nos conte se existe algum tópico sobre o qual gostaria que falássemos e o que acha da conversa até agora.

Leggy: The 2 Lads Podcast está disponível onde quer que escute podcasts, então, por favor, não esqueça de se inscrever para que não perca o próximo episódio. Nos dê uma avaliação de cinco estrelas, e conte para seus amigos sobre nós— tudo isso nos ajuda bastante. Nós somos muito gratos. Mandando muito amor para todos. Até a próxima.

Daniel: Sim, cara (lad).

Leggy: Sim, cara (lad).

 

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Tradução: Angel Luiza, Izabelle Viana e Júlia Wohlers.